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Orientar sobre o desenvolvimento e a promoção de embalagens que reduzem de alguma forma esses efeitos no processo produtivo é uma forma de colaborar para a melhoria e a recuperação do meio ambiente.

Cada dia mais as pessoas se importam verdadeiramente com as questões que envolvem o cuidado com os recursos naturais e ações que contribuem para amenizar a situação do esgotamento desses recursos; são consumidores que dão valor às “embalagens amigas do meio ambiente”. A população tem atentado para todos os assuntos que explicam sobre a cadeia de consumo até o destino final do que se está consumindo, acompanhando pesquisas e alternativas de baixo impacto ambiental e alto grau de contribuição para reduzir os efeitos indesejados gerados.

Orientar sobre o desenvolvimento e a promoção de embalagens que reduzem de alguma forma esses efeitos no processo produtivo é uma forma de colaborar para a melhoria e a recuperação do meio ambiente. Explicar que as embalagens não são um “mal necessário” nem “culpadas” pela degradação da natureza tem de ser um objetivo bem claro para as instituições e empresas que pesquisam, ensinam e conhecem as etapas de fabricação de embalagens.

Um cuidado que os fabricantes precisam ter é com a vinculação das informações que deve conter uma embalagem. As empresas não devem, em hipótese alguma, apelar para o green washing, fazendo uso de termos ou frases vagas que nada esclarecem e ainda confundem o consumidor com informações meramente comerciais e sem qualquer base científica. O uso de selos ou ícones falsos, que passam a ideia de um produto sério, na verdade, apenas contribuem para desmoralizar as informações corretas e prejudicar o processo de reeducação ambiental.

Para que não ocorra esse tipo de problema, os profissionais da cadeia produtiva devem ser comprometidos com a norma de rotulagem ambiental adequada e enviar mensagens precisas sobre a necessidade emergente de se modificar velhos hábitos.

É fundamental manter evidente os princípios dos Rs:

- Remover o que for desnecessário – usando material Reciclado e/ou Reciclável;
- Reduzir a quantidade/peso/espessura;
- Preferir fontes Renováveis;
- Valorizar a Reutilização, o Refil ou as embalagens Retornáveis,
- Repensar e Reaprender!

Dicas importantes:

Não crie “super ou subembalagens”. Não comprometa a principal função da embalagem de proteger o produto até o momento do consumo. Ela deve apresentar barreira correta, ter compatibilidade com o produto, além de perfeita selagem;
Não utilize materiais ou insumos (tintas, adesivos etc) tóxicos no processo ou no descarte;
Evite grampos, travas ou selos que possam entrar no material principal (caixas, cartuchos ou embalagens flexíveis), os quais se tornam perigosos para o uso e dificultam a reciclagem;
Defina o processamento de acordo com as normas de segurança de trabalho e meio ambiente, cuidando das emissões de gases e/ou efluentes;
Desenvolva a embalagem em um único material e, quando isso não for possível, permita que os materiais sejam facilmente separados;
Considere a conservação de energia e gastos energéticos para obtenção, reciclagem ou disposição dos materiais envolvidos;
Sempre que possível, inclua a linguagem braile;
Apresente a identificação clara do material utilizado e seja objetivo na orientação sobre o destino correto para a coleta seletiva (conforme a norma de rotulagem ambiental, NBR 14021, tipo II); e
Evite o green washing usando termos que nada agregam e podem confundir o consumidor.

Aqui, cada um desses conceitos são válidos e ajudam a análise completa do ciclo de vida. Definindo, assim, de forma clara, as melhores embalagens e ajudando os produtores a estabelecer suas prioridades em termos de escolhas, estaremos todos contribuindo significativamente para a melhoria do uso e descarte das embalagens.

A nova sociedade impõe produtos melhores, práticos, bonitos, saudáveis, seguros, além de social e ambientalmente sustentáveis e culturalmente sintonizados.

Comecemos hoje, pois: embalagem melhor, mundo melhor!

Texto adaptado da publicação “Embalagens: Design, Materiais, Processos, Máquinas e Sustentabilidade”. São Paulo: Instituto de Embalagens, 2011

Por Assunta Napolitano Camilo, diretora da FuturePack – Consultoria de Embalagens e do Instituto de Embalagens – Ensino & Pesquisa.

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